sexta-feira, 4 de maio de 2012

Origem de nossas aflições

 

 

A maioria de nossas decepções são originadas dentro de nós mesmos. Remontando-se à origem dos males, reconhecemos que muitos são conseqüência natural do nosso caráter e do proceder dos que os suportam.
Quantos homens caem por sua própria culpa! Quantos são vítimas de sua imprevidência, de seu orgulho e ambição!
Quantos arruínam por falta de ordem, de perseverança, pelo mau proceder ou por não ter sabido limitar seus desejos!
Quantas uniões infelizes porque se resultaram de um cálculo de interesses ou de vaidade e nas quais o coração não tomou parte alguma!
Quantas dissensões e funestas disputas se teriam evitado com um pouco de moderação e menos suscetibilidade!
Quantas doenças e enfermidades decorrem da intemperança e dos excessos de todo gênero!
Quantos pais são infelizes com seus filhos, porque não lhe combateram desde o princípios as más tendências! Por fraqueza ou indiferença deixaram que neles se desenvolvessem os germens do orgulho, do egoísmo e da tola vaidade, que produzem a secura do coração; depois, mais tarde, quando colhem o que semearam, admiram-se e se afligem da falta de deferência com que são tratados e da ingratidão deles.
Interroguem friamente suas consciências todos os que são feridos no coração pelas vicissitudes e decepções da vida. Remontem passo a passo à origem dos males que os torturam e verifiquem se, as mais das vezes não poderão dizer: SE EU HOUVESSE FEITO, OU DEIXADO DE FAZER TAL COISA, NÃO ESTARIA EM SEMELHANTE CONDIÇÃO.
A quem então, há de o homem responsabilizar por todas essas aflições senão a si mesmo?
O homem em grande numero de casos, é o causador de seus próprios infortúnios, mas em vez de reconhece-lo, acha mais simples, menos humilhantes para sua vaidade acusar a sorte, a má estrela. Somente quando o homem trabalhar por se melhorar moralmente tanto quanto intelectualmente evitará as causas atuais de suas aflições.
"A cada dia, vou contemplar a tua beleza. Dá-me tuas mãos, a fim de que eu te receba e viva por você. Chama o meu nome no decorrer da eternidade: ele jamais faltará ao teu apelo."

Autor:Desconhecido

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