terça-feira, 31 de maio de 2011

A grandeza da compaixão

A grandeza da compaixão

Uma grande batalha estava prestes a ocorrer: os Kurus e seus primos Pandavas se enfrentariam, dentro de poucas horas.

Mas, instantes antes do início da batalha, os olhos do príncipe Krishna pousaram sobre uma avezinha que estremecia diante dos ruídos da guerra. Era uma ventoinha.

O passarinho havia feito seu ninho em meio à grama alta. Logo, os elefantes e cavalos da guerra esmagariam os ovinhos que abrigavam os filhotes.

Os olhos claros de Krishna se encheram de compaixão. Desceu da carruagem e aproximou-se.

Viu a avezinha que se recusava a abandonar o ninho indefeso. Ouviu seus pios desesperados. Observou como ela se debatia, aflita, adivinhando o perigo iminente. Comoveu-se.

Mãezinha – disse Krishna – que bela é a devoção que tens à tua família! Que elevada forma de amor há em teu coração.

Buscou então um pesado sino de bronze e, cuidadosamente, cobriu a mãe e o ninho.

Conta a História que a batalha foi terrível, mas, quando terminou, a família de passarinhos estava a salvo.

Os milênios se passaram e aquele campo de batalha ainda existe na Índia. E nele se pode ouvir os pios das ventoinhas que ali fazem seus ninhos.

São a lembrança viva do gentil Krishna e de sua compaixão por todos os seres vivos.


Autor: Bharatavarsa(Livro de histórias da Índia)

Onde está teu irmão que a ti eu confiei?

A Ajuda Certa

Passava do meio dia, o cheiro de pão quente invadia aquela rua, um sol escaldante convidava a todos para um refresco. Ricardinho não agüentou o cheiro bom do pão e falou: - Pai, tô com fome!

O pai, seu Agenor, sem ter um tostão no bolso, caminhando desde muito cedo em busca de um trabalho, olha com os olhos marejados para o filho e pede mais um pouco de paciência...

- Mas pai, desde ontem não comemos nada, eu tô com muita fome pai!

Envergonhado, triste e humilhado em seu coração de pai, seu Agenor pede para o filho aguardar na calçada enquanto entra na padaria a sua frente. Ao entrar dirige-se a um senhor no balcão: - Meu Senhor, estou com meu filho de apenas 6 anos ai na porta com muita fome, não tenho nenhum tostão pois saí cedo para buscar um emprego e nada encontrei. Eu lhe peço que em nome de Jesus me forneça um pão para que eu possa matar a fome desse menino, em troca posso varrer o chão de seu estabelecimento, lavar os pratos e copos, ou outro serviço que o Senhor precisar.

Amaro, o dono da padaria estranha aquele homem de semblante calmo e sofrido, pedir comida em troca de trabalho e pede para que ele chame o filho. Seu Agenor, pega o filho pela mão e apresenta-o ao Senhor Amaro, que imediatamente pede que os dois sentem-se junto ao balcão, onde manda servir dois pratos de comida do famoso P.F (Prato Feito), arroz, feijão, bife e ovo.

Para Ricardinho era um sonho, comer após tantas horas na rua, para o seu Agenor, uma dor a mais, já que comer aquela comida maravilhosa fazia-o lembrar-se da esposa e mais dois filhos que ficaram em casa apenas com um punhado de fubá, grossas lágrimas desciam dos seus olhos já na primeira garfada.

A satisfação de ver seu filho devorando aquele prato simples como se fosse um manjar dos deuses e a lembrança de sua pequena família em casa, foi demais para seu coração tão cansado de mais de 2 anos de desemprego, humilhações e necessidades.

Amaro se aproxima do seu Agenor e percebendo a sua emoção, brinca para relaxar: - Ô Maria, sua comida deve ta muito ruim, olha o meu amigo ta até chorando de tristeza desse bife, será que é sola de sapato...?

Imediatamente, seu Agenor, sorri, e diz que nunca comeu comida tão apetitosa e que agradecia a Deus por ter esse prazer.

Amaro pede então que ele sossegue seu coração, que almoçasse em paz e depois conversariam sobre trabalho. Mais confiante seu Agenor, enxuga as lágrimas e começa a almoçar, já que sua fome já estava nas costas.

Após o almoço, Amaro convida o seu Agenor para uma conversa nos fundos da padaria, onde havia um pequeno escritório. Seu Agenor conta então que há mais de 2 anos havia perdido o emprego e desde então, sem uma especialidade profissional, sem estudos, ele estava vivendo de pequenos "biscates aqui e acolá", mas que há 2 meses não recebia nada.

Amaro, resolve então contratar o seu Agenor para serviços gerais na padaria, e penalizado, faz para o homem uma cesta básica com alimentos para pelo menos 15 dias.

Seu Agenor com lágrimas nos olhos agradece a confiança daquele homem e marca para o dia seguinte seu início no trabalho.

Ao chegar em casa com toda aquela "fartura", seu Agenor é um novo homem, sentia esperanças, sentia que sua vida iria tomar novo impulso, Deus estava lhe abrindo mais do que uma porta, era toda uma esperança de dias melhores.

No dia seguinte as 5 da manhã, seu Agenor, estava na porta da padaria ansioso para iniciar seu novo trabalho. O senhor Amaro, chega logo em seguida e sorri para aquele homem que nem ele sabia porque estava ajudando.

Tinham a mesma idade, 32 anos, e histórias diferentes, mas algo dentro dele chamava-o para ajudar aquela pessoa e ele não se enganou. Durante um ano, seu Agenor foi o mais dedicado trabalhador daquele estabelecimento, sempre honesto e extremamente zeloso com seus deveres.

Um dia, Amaro chama o seu Agenor para uma conversa e fala da escola que abriu vagas para a alfabetização de adultos um quarteirão acima da padaria, e que ele fazia questão que seu Agenor fosse estudar.

Seu Agenor até hoje não consegue esquecer seu primeiro dia de aula a mão trêmula nas primeiras letras e a emoção da primeira carta...

Doze anos se passaram desde aquele primeiro dia de aula e vamos encontrar o Dr. Agenor Baptista de Medeiros, hoje advogado, abrindo seu escritório para seu cliente, e depois outro, e depois mais outro.

Ao meio dia ele desce para um café na padaria do amigo Amaro, que fica impressionado em ver o "antigo funcionário" tão elegante em seu primeiro terno.

Mais dez anos se passam e agora o Dr. Agenor Baptista, já com uma clientela que mistura os mais necessitados que não podem pagar, e os mais abastados que o pagam muito bem, resolve criar uma instituição que oferece aos desvalidos da sorte, que andam pelas ruas, pessoas desempregadas e carentes de todos os tipos, um prato de comida diariamente na hora do almoço.

Mais de 200 refeições são servidas diariamente naquele lugar que é administrado pelo seu filho, o agora nutricionista Ricardo Baptista.

Tudo mudou, tudo passou, mas a amizade daqueles dois homens, Amaro e Agenor impressionava a todos que conheciam um pouco da história de cada um.

Contam que aos 82 anos os dois faleceram no mesmo dia, quase que a mesma hora, morrendo placidamente com um sorriso de dever cumprido.

Ricardinho, o filho, mandou gravar na frente da "Casa do Caminho" que seu pai fundou com tanto carinho: "Um dia eu tive fome, e você me alimentou. Um dia eu estava sem esperanças e você me deu um caminho. Um dia acordei sozinho, e você me deu Deus, e isso não tem preço. Que Deus habite em seu coração, alimente sua alma e te sobre o pão da misericórdia para estender a quem precisar"
.

Autor:Desconhecido

segunda-feira, 30 de maio de 2011


 

Começando o Dia
O homem acordou pela manhã e recordou-se
de uma recomendação que tinha lido num livro
de mensagens. A recomendação era a seguinte: “comece o dia na luz da oração.
O amor de Deus nunca falha”.
Então iniciou sua oração dizendo: senhor,
hoje, até o momento, me comportei bem.
Não fofoquei. Não me zanguei.
Não fui ganancioso, mal-humorado,
precipitado ou egoísta.
Estou realmente satisfeito com isso.
Mas, em poucos minutos, senhor,
vou me levantar, e daí em diante,
provavelmente vou precisar de muito mais ajuda. Obrigado. Assim deve ser a nossa prece.
Um diálogo franco com a divindade, expondo a intimidade da própria alma.
Não há necessidade de longas frases, nem de
palavras ensaiadas. É o que a alma
sente e deixa transbordar.
Um pedido simples, mas profundo.
Um pedido de quem reconhece que a necessidade maior reside em si mesmo, nas suas deficiências morais. Um exame de consciência e um pedido
de socorro. A resposta é exatamente a fortaleza
para vencer, gradativamente as dificuldades
íntimas e ir vivendo melhor a cada dia,
conquistando a paz.
Quem se devota ao trabalho, sem se ficar
observando os defeitos alheios e muito menos comentando-os, semeia-se tranqüilidade
no ambiente profissional.
Não se envolvendo nas teias do nervosismo,
da inquietação, os problemas vão sendo
solucionados um a um, na medida em que surjam.
Sem desejar possuir em demasia, usufruindo
todos os prazeres que os bens terrenos oferecem,
o homem se entrega às lutas do cotidiano,
sereno e confiante.
Não se permitindo o mau-humor por coisa
nenhuma, seja por um contratempo no trânsito,
um defeito mecânico no carro, um funcionário que não atende aos deveres. Desta forma a criatura distribui serenidade onde se encontra.
Sem precipitação, ouve o seu semelhante até o
fim, antes de dar respostas que nem sempre
atendem ao que o outro deseja.
Deixando de lado o egoísmo, o homem se
sente feliz em compartilhar o que possui e se
torna uma pessoa amiga e prestativa.
Compartilhar coisas pequenas, simples,
como oferecer uma carona a um vizinho,
emprestar um livro, indicar uma boa leitura.
Compartilhar o que detenhamos inclui os
valores intrínsecos do ser, que tem a ver
com a vida e os seus objetivos.
Portanto, compartilhe a sua certeza da
existência de Deus, da imortalidade da alma
com aqueles que se debatem no mundo, sem fé,
sem rumo, sem objetivos.
E guarde a certeza de que, se você roga a Deus
que o auxilie, ele estará com você, auxiliando-o nessas pequenas grandes auto-conquistas diárias,
que somente redundarão em felicidade
para você mesmo.
Cada dia é um presente especial que Deus
concede aos homens.
Cada dia é, de tal forma, único, que nunca
se repete. Observe que o sol rompe a treva da
noite, trazendo a manhã radiante,
sempre com um novo colorido.
As flores de ontem não estão exatamente iguais
hoje. As gotas da chuva que caem em abundância
não são aquelas que rolaram em dias anteriores.
Tudo é novo a cada dia. Esta é a grande
mensagem de Deus para os homens:
a renovação da oportunidade de crescer,
melhorar-se e ser feliz.

Autor desconhecido

sábado, 28 de maio de 2011

Perdão


Era uma vez um rapaz que ia muito mal na escola. Suas notas e o comportamento eram uma decepção para seus pais que, sonhavam em vê-lo formado e bem sucedido…

Um belo dia o bom pai lhe propôs um acordo: Se você, meu filho, conseguir ser aprovado no vestibular para a faculdade de medicina, lhe darei um carro de presente.

Por causa do carro, o rapaz mudou da água para o vinho. Passou a estudar como nunca e a ter um comportamento exemplar. O pai estava feliz, mas tinha uma preocupação. Ele sabia que a mudança do rapaz não era fruto de uma conversão sincera, mas apenas do interesse em obter o automóvel. Isso não era bom.

O rapaz estudava e aguardava o resultado de seus esforços. E assim, o grande dia chegou! Fora aprovado. Como prometido, o pai convidou a família para uma festa de comemoração. O rapaz tinha por certo que o pai lhe daria, na festa, o automóvel. Quando pediu a palavra, o pai elogiou o resultado obtido pelo filho e lhe passou nas mãos uma caixa de presente. Crendo que ali estavam as chaves do carro, o rapaz abriu o pacote. Para a sua surpresa, o presente era uma Bíblia. O rapaz ficou visivelmente decepcionado e nada disse.

Desde aquele dia, o silêncio e a distância separavam pai e filho. O jovem se sentia traído e agora, lutava por ser independente. Deixou a casa dos pais e foi morar no Campus da Universidade. Era raro mandar notícias à família.

O tempo passou e ele se formou, conseguiu um emprego em um bom hospital e se esqueceu completamente do pai. Todas as tentativas do pai de reatar com o filho foram em vão. Até que um dia, o velho, muito triste, adoeceu e não resistiu. Faleceu.

No enterro a mãe entregou ao filho, indiferente, a Bíblia que tinha sido o último presente do pai e que havia sido deixada pra trás. Em casa, o rapaz, que nunca perdoara o pai, ao colocar o livro numa estante, notou que havia dentro dele um envelope. Ao abri-lo, encontrou uma carta e um cheque. A carta dizia: “Querido filho, sei o quanto você deseja ter um carro. Eu prometi e aqui está o cheque para que você escolha o que mais lhe agradar. No entanto, fiz questão de lhe dar um presente ainda melhor: A Bíblia Sagrada. Nela aprenderá o Amor de Deus e a fazer o bem, não pelo prazer da recompensa, mas pela gratidão e pelo dever da consciência”.

Corroído de remorso, o filho caiu em profundo pranto.

Como é triste a vida de quem não sabe perdoar. Isto leva a erros terríveis. Antes que seja tarde, perdoe aquele a quem você pensa lhe ter feito mal. Talvez se olhar com cuidado, verá que há sempre um “cheque” escondido em todas as adversidades da vida.

Autor:Desconhecido

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Como foi teu dia?

Deixe-me adivinhar…
Primeiro, foi difícil sair da cama
Você acordou com torcicolo
Você tomou banho mas não conseguiu dar um jeito no cabelo
Tua nova dieta parece não estar funcionando
Você teve uma distensão muscular ao se exercitar
Teu chapéu novo parecia bem melhor quando experimentou na loja
Você esqueceu onde colocou teu ratinho de brinquedo
Aquele vizinho chato apareceu
Você pegou  chuva na hora do almoço
E o almoço não caiu muito bem
Você se sentiu preso numa armadilha
Visitas inesperadas apareceram para o jantar
No fim da noite você teve enjôo
E finalmente você estava sozinho em casa e ouviu
barulhos estranhos no porão
TALVEZ AMANHÃ VOCÊ TENHA UM DIA MELHOR!!
Trate cada situação estressante como se você fosse um gato:  se você não puder comer ou brincar com a coisa, simplesmente se afaste!
Autor:Desconhecido

quarta-feira, 25 de maio de 2011








 

 
 
                         
 
                                                                                                                                                             

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Porque ovelhas não chafurdam


Era uma vez uma ovelinha que, junto com sua mãe, passava em frente de um chiqueiro todos os dias a caminho do pasto. Os porcos se divertiam tanto rolando na lama que num dia de muito calor a ovelinha pediu à mãe que a deixasse pular a cerca e chafurdar na lama fresca.

A mãe respondeu que não. A ovelinha fez a clássica pergunta: “Por que não?” A resposta foi simples: “Porque ovelhas não chafurdam.”

A ovelinha não se contentou. Achou que a mãe havia feito pouco caso dela e abusado de sua autoridade quando não devia. Assim que a mãe se afastou, a ovelinha correu para o chiqueiro e pulou a cerca. Sentiu a lama fria em seus pés, suas pernas e barriga. Pouco depois achou que já era hora de voltar para junto da mãe, mas não conseguiu! Estava presa!

Lama e lã não combinam. Seu prazer havia se transformado em prisão. A ovelinha estava desesperadamente presa em conseqüência de sua tolice. Ela pediu socorro e foi resgatada por um lavrador caridoso.

Depois de ter sido limpa e estar de volta ao aprisco, a mãe relembrou: “Não se esqueça de que ovelhas não chafurdam!”

O mesmo acontece com o pecado. Parece tão gostoso, tão fácil de ser abandonado quando bem entendermos. Mas não é assim! Os prazeres nos aprisionam. Os cristãos não devem chafurdar (2 Pedro 2:14-22) –  

Autor desconhecido

Você precisa se fazer feliz!

Uma pessoa feliz é capaz de transformar sua vida e dos que a rodeam...uma pessoa feliz é contagiante!
Uma pessoa feliz faz bem a si mesmo e torna o bem um corajoso ato dispensado a todas pessoas...
Uma pessoa feliz é corajosa sim, porque não aceita que violem a sua felicidade e dos que ama...
e luta de forma justa e honesta para que esta seja preservada!
Seja feliz, mas aprenda que ser feliz, é apesar das dificuldades , um aprendizado constante, porque é preciso praticar a felicidade mesmo diante de obstáculos e dificuldades...
Ser feliz é olhar cada manhã como uma nova chance,
é olhar com olhos da beleza, do extraordinário,do fantástico, do incomum...
Ser feliz é olhar o mundo de uma forma diferente, é enxergar nas pequenas coisas e mais simples a grandeza da criação divina!
E se você já é feliz ou está nos seus primeiros passos, cultive sua felicidade diariamente, através da bondade, da dignidade, da humildade,da gentileza, da afetividade, da sinceridade, do companheirismo, da verdade, dos sonhos , do respeito a si , aos outros e ao meio ambiente! Respeito é essencial a felicidade!
Faça sua felicidade de pequenos momentos, estes se tornarão inesquecíveis e sua lembrança tornará qualquer momento feliz...
lembre-se com carinho e dos momentos de alegria daqueles que já se foram , esta lembrança não te trará tristeza, mas sim conforto!
Pratique a felicidade através daquilo que você mais gosta: assista seu filme preferido, uma viagem para um lugar que você sempre quis ir, compre um perfume ou uma roupa que você adorou, faça um passeio, vá dançar...
doe um pouco do seu tempo, converse com os amigos, sai sozinho por aí sem hora pra voltar!
Ser feliz é e não é fácil, depende de você:
é preciso transpor o conceitos de que não é possível ser feliz sem dinheiro, sem beleza, sem bens materiais, sem status e posição social...
dinheiro é bom, não faz mal e nos proporciona a realização de sonhos, mas é necessário alegria,consciência e humildade para que este atinja fins nobres...
Ser feliz é essencial, a felicidade precisa ser algo tão natural que você não precise mais viver numa eterna busca...
Porque você merece ser feliz, porque cada ser carrega a divindade dentro de si e por isso é especial!

Autora: Nazaíre Meirelles
Começos de Tarefa

Diz você que deseja iniciar-se no serviço do bem.
Não perca tempo na indecisão.
Eis aqui alguns modelos para começar.
Experimente suportar sempre com paciência
e carinho algum familiar de trato áspero.
Nos recintos onde surjam atividades de
natureza coletiva, ampare espontaneamente
a algum enfermo ou a essa ou àquela criança
incomodada que requisitem atenção.
Procure, no campo do próprio dever, ofertar ao
seu próprio trabalho alguns momentos de
cooperação extra, sem a preocupação de obter
gratificações ou elogios.
Busque tornar menos pesado o dia de algum
companheiro que você saiba em provação.
Se você é o centro, mesmo involuntário,
de algum fato desagradável, seja a primeira
pessoa a sorrir, desfazendo tensões ou
aborrecimentos capazes de aparecer.
Não reclame.
Não grite.
Não condene.
Não tema servir.
Não se queixe.
Aqui ficam algumas indicações para os companheiros
que aspirem a matricular-se na Seara do Bem.
Depois de iniciado semelhante trabalho, do ponto
de vista externo, então passaremos às tarefas
da renovação íntima, que são muito mais
complexas e mais difíceis, é claro.

                                  André Luiz

quinta-feira, 19 de maio de 2011


Adolescente
Adolescer, ser...maturar
Uma menina linda, leve..., solta..., transparente...,
mas de humor alterado.
Um jovem... face com espinha, fisionomia triste...,
tímido, mas de humor alterado, passa da tristeza
para a alegria num piscar de olhos, então...
adolescente é normal. Há adolescer...ser...maturar,
fase de auto-afirmação, crise existencial,
comparação da realidade com os valores
aprendidos na família e na escola.
Época de profunda transformação, tanto física
quanto psicológica, saindo do corpo infantil para
enfrentar o corpo que se faz adulto, com todas as
suas implicações orgânicas e emocionais.
A infância, os folguedos, as brincadeiras infantis,
tudo é descartável porque agora a vida é outra.
Uma nova identidade deve ser assumida no
processo social e familiar, e é aí que o adolescente
coloca em xeque as atitudes dos pais na prática
com o que eles ditam como norma.
Nós, espíritas, principalmente, devemos ter o
maior cuidado de condicionar nossas palavras
com as nossas atitudes, exercendo a vivência
evangélica na ação e mais, dar amor, compreensão
carinho a esses seres que Deus enviou para o
nosso lar, tendo bom humor com as esquisitices
dessa fase. O apoio e a segurança são bases
imprescindíveis para a superação
dessa fase de transição.
“ Trecho extraído do livro
É tempo de semear de”
Sarah kilimanjaro

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Onde encontra-lo
     Procure-o na beleza do amanhecer de um novo dia,
no vôo dos pássaros,
na brisa fresca,
no cheiro da terra molhada,
no sol que clareia e aquece.
Olhe como são belas as estrelas e uma noite de luar,
lá está Ele, a te observar.
Perceba a chuva refrescando a terra pra ela fertilizar,
é Ele a "comandar".
Veja tudo o que a natureza pode te proporcionar,
e de graça, coisas magníficas, não é?
Olhe agora a sua volta, bem a seu lado,
Veja o seu "próximo", nele está Ele a te chamar.
Sinta como Ele está dentro de nós, e não apenas,
no meio de nós, espalhe sua luz,
realize suas Bênçãos.
Ele é a vida "pulsando dentro de você",
É o teu bom astral a alegrar,
A "esmola" que você dá,
A fome e a sede que você "mata",
O consolo, de suas palavras a confortar,
A paz que você transmite,
É a felicidade que você proporciona,
Tudo de bom que você puder ao mundo dar,
É a energia que em seu corpo está,
Fazendo você "lutar", sem jamais desanimar,
Está em tudo que dá prazer,
É tua vontade de viver,
Tua esperança,
Teu abraço sincero,
Teu brilho no olhar,
Enfim, é a medida de AMOR que você dá.


                                 (Autor Desconhecido)

terça-feira, 17 de maio de 2011




O mundo inteiro está cheio de pessoas.
Há pessoas caladas
que precisam de alguém para conversar.
Há pessoas tristes
que precisam de alguém que as conforte.
Há pessoas tímidas
que precisam de alguém que as ajude vencer a timidez.
Há pessoas sozinhas
que precisam de alguém para brincar.
Há pessoas com medo
que precisam de alguém para lhes dar a mão.
Há pessoas fortes
que precisam de alguém que as faça pensar
na melhor maneira de usarem a sua força.
Há pessoas habilidosas
que precisam de alguém para ajudar a descobrir
a melhor maneira de usarem a sua habilidade.
Há pessoas que julgam
que não sabem fazer nada e precisam de alguém
que as ajude a descobrir o quanto sabem fazer.
Há pessoas apressadas
que precisam de alguém para lhes mostrar
tudo o que não tem tempo para ver.
Há pessoas impulsivas
que precisam de alguém que as ajude a não magoar os outros.
Há pessoas que se sentem de fora
e precisam de alguém que lhes mostre o caminho de entrada.
Há pessoas que dizem que não servem para nada
e precisam de alguém que as ajude a descobrir como são importantes.


Autor:Desconhecido

sábado, 14 de maio de 2011

Prática do bem

 
A prática do Bem não está sujeita aos
impulsos naturais da sua simpatia
ou da sua amizade pessoal.
O mérito da Caridade, do Bem,
está na indistinção das pessoas.
Melhor diria que o mérito do Bem está
em que ele seja praticado
em favor de um semelhante- este "ouro"
que passa em seu caminho, cujo nome
você nem precisa saber,
cuja posição é bom desconhecer.
Venha ele de onde vier, mas,
quem quer que ele seja, ser-lhe-á
como o próprio Cristo a precisar de você.
Veja bem o que Deus lhe deu;
pés para caminhar,
mãos para trabalhar,
lingua e voz para falar,
olhos para ver,
ouvidos para ouvir,
inteligência para pensar e um coração
para sentir e amar.
Pode ser que ele queira,
de repente, tomar emprestados todos ou
qualquer um desses dons da vida,
para ir ao encontro de quem precise,
para falar a quem o chame,
ensinar ao que pede, consolar aquele
aflito que chora...
Você tem tudo em ordem
para servir ao Senhor?
J. S. Nobre
Lição de Vida

 
Numa época em que um sorvete custava muito menos do que hoje, um menino de 10 anos entrou na lanchonete de um hotel e sentou a uma mesa.

Uma garçonete colocou um copo de água na frente dele.

"Quanto custa um sundae?", ele perguntou. "50 centavos" - respondeu a garçonete.

O menino puxou as moedas do bolso e começou a contá-las. "Bem, quanto custa o sorvete simples?", ele perguntou.

A essa altura, mais pessoas estavam esperando por uma mesa e a garçonete, perdendo a paciência. "35 centavos", respondeu ela, de maneira brusca.

O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse: "Eu vou querer, então, o sorvete simples".

A garçonete trouxe o sorvete simples, a conta, colocou na mesa e saiu.

O menino acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu.

Quando a garçonete voltou, ela começou a chorar à medida em que ia limpando a mesa, pois ali, do lado do prato, havia 15 centavos em moedas, ou seja, o menino não pediu o sundae porque ele queria que sobrasse a gorjeta da garçonete.

Autor:Descnhecido

Tempo de amolar o machado

Conta-se que um jovem lenhador ficara impressionado com a eficácia e rapidez com que um velho e experiente lenhador da região

onde morava, cortava e empilhava madeiras das árvores que cortava.

O jovem o admirava, e o seu desejo permanente era de, um dia, tornar-se tão bom, senão melhor, que aquele homem, no ofício de

cortar madeira.

Certo dia, o rapaz resolveu procurar o velho lenhador, no propósito de aprender com quem mais sabia.

Enfim ele poderia tornar-se o melhor lenhador que aquela cidade já tinha ouvido falar.

Passados apenas alguns dias daquele aprendizado, o jovem resolvera que já sabia tudo, e que aquele senhor não era tão bom

assim quanto falavam.

Impetuoso, afrontou o velho lenhador, desafiando-o para uma disputa: em um dia de trabalho, quem cortaria mais árvores.

O experiente lenhador aceitou, sabendo que seria uma oportunidade para dar uma lição ao jovem arrogante.

Lá se foram os dois decidir quem seria o melhor.

De um lado, o jovem, forte, robusto e incansável, mantinha-se firme, cortando as suas árvores sem parar.

Do outro, o velho lenhador, desenvolvendo o seu trabalho, silencioso, tranqüilo, também firme e sem demonstrar nenhum

cansaço.

Num dado momento, o jovem olhou para trás a fim de ver como estava o velho lenhador, e qual não foi a sua surpresa, ao vê-lo

sentado.

O jovem sorriu e pensou: Além de velho e cansado, está ficando tolo. Por acaso não sabe ele que estamos numa disputa?

Assim, ele prosseguiu cortando lenha sem parar, sem descansar um minuto.

Ao final do tempo estabelecido, encontraram-se os dois, e os representantes da comissão julgadora foram efetuar a contagem e

medição.

Para a admiração de todos, foi constatado que o velho havia cortado quase duas vezes mais árvores que o jovem desafiante.

Este, espantado e irritado, ao mesmo tempo, indagou-lhe qual o segredo para cortar tantas árvores, se, uma ou duas vezes que

parara para olhar, o vira sentado e tranqüilo.

Ele, ao contrário, não havia parado ou descansado nenhuma vez.

O velho, sabiamente, lhe respondeu:

Todas as vezes que você me via assentado, eu não estava simplesmente parado, descansando. Eu estava amolando o meu machado!

Autor:Desconhecido

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Doenças da Alma

Na forja moral da luta em que temperas o caráter e purificas o sentimento, é possível acredites estejas sempre no trato de pessoas normais, simplesmente porque se mostrem com a ficha de sanidade física.

Entretanto, é preciso lembrar que as moléstias do espírito também se contam.

O companheiro que te fala, aparentemente tranqüilo, talvez guarde no peito a lâmina esbraseada de terrível desilusão.

A irmã que te recebe, sorrindo, provavelmente carrega o coração ensopado de lágrimas.

Surpreendeste amigos de olhos calmos e frases doces, dando-te a impressão de controle perfeito, que soubeste, mais tarde, estarem caminhando na direção da loucura.

Enxergaste outros, promovendo festas e estadeando poder, a escorregarem, logo após, no engodo da delinqüência.

É que as enfermidades do espírito atormentavam as forças da criatura, em processos de corrosão inacessíveis à diagnose terrestre.

Aqui, o egoísmo sombreia a visão; ali, o ódio empeçonha o cérebro; acolá, o desespero materializa fantasmas; adiante, o ciúme converte a palavra em látego de morte...

Não observes o semelhante pelo caleidoscópio das aparências.

É necessário reconhecer que todos nós, espíritos encarnados e desencarnados em serviço na Terra, ante o volume dos débitos que contraímos nas existências passadas, somos doentes em laboriosa restauração.

O mundo não é apenas a escola, mas também o hospital em que sanamos desequilíbrios recidivantes, nas reencarnações regenerativas, através do sofrimento e do suor, a funcionarem por medicação compulsória.

Deixa, assim, que a compaixão retifique em ti próprio os velhos males que toleras nos outros.

Se alguém te fere ou desgosta, debita-lhe o gesto menos feliz à conta da moléstia obscura de que ainda se faz portador.

Se cada pessoa ofendida pudesse ouvir a voz inarticulada do Céu, no instante em que se vê golpeada, escutaria, de pronto, o apelo da Misericórdia Divina:

“Compadece-te”.

Todos somos enfermos pedindo alta.

Compadeçamo-nos uns dos outros, a fim de que saibamos auxiliar.

E mesmo que te vejas na obrigação de corrigir alguém — pelas reações dolorosas das doenças da alma que ainda trazemos —, compadece-te mil vezes antes de examinar uma só.

Emmanuel / Francisco Cândido Xavier

terça-feira, 10 de maio de 2011

A HISTÓRIA DO BURRO 

 
Um dia, o burro de um camponês caiu num poço. Não chegou a se ferir, mas não podia sair dali por conta própria. Por isso o animal chorou fortemente durante horas, enquanto o camponês pensava no que fazer. Finalmente, o camponês tomou uma decisão cruel: concluiu que já que o burro estava muito velho e que o poço estava mesmo seco, precisaria ser tapado de alguma forma. Portanto, não valia a pena se esforçar para tirar o burro de dentro do poço. Ao contrário, chamou seus vizinhos para ajudá-lo a enterrar vivo o burro. Cada um deles pegou uma pá e começou a jogar terra dentro do poço.
O burro não tardou a se dar conta do que estavam fazendo com ele e chorou desesperadamente. Porém, para surpresa de todos, o burro aquietou-se depois de umas quantas pás de terra que levou. O camponês finalmente olhou para o fundo do poço e se surpreendeu com o que viu. A cada pá de terra que caía sobre suas costas o burro a sacudia, dando um passo sobre esta mesma terra que caía ao chão. Assim, em pouco tempo, todos viram como o burro conseguiu chegar até a boca do poço, passar por cima da borda e sair dali trotando.
A vida vai te jogar muita terra nas costas. Principalmente se você já estiver dentro de um poço. O segredo para sair do poço é sacudir a terra que se leva nas costas e dar um passo sobre ela. Cada um de nossos problemas é um degrau que nos conduz para cima. Podemos sair dos mais profundos buracos se não nos dermos por vencidos. Use a terra que te jogam para seguir adiante!

Recorde-se das 5 regras para ser feliz:

1. Liberte o seu coração do ódio.
2. Liberte a sua mente das preocupações.
3. Simplifique a sua vida.
4. Dê mais e espere menos.
5. Ame mais e... aceite a terra que lhe jogam. Ela pode ser a solução, não o problema.
Autor:Deconhecido 

sábado, 7 de maio de 2011

Siga Feliz 


Viva em paz com a sua consciência.
Sempre que você se compare com alguém,
evite orgulho e desprezo, reconhecendo
que em todos os lugares existem criaturas,
acima ou abaixo de sua posição.
Consagre-se ao trabalho que abraçou
realizando com ele o melhor que você
possa, no apoio ao bem comum.
Trate o seu corpo na condição de primoroso instrumento,ao qual se deve a maior
atenção no desempenho da própria tarefa.
Ainda que se veja sob graves ofensas,
não guarde ressentimento, observando que
somos todos,- os espíritos em evolução na
Terra,- suscetíveis de errar.
Cultive sinceridade com bondade para que
a franqueza agressiva não lhe estrague
belos momentos no mundo.
Procure companhias que lhe possam
doar melhorias de espírito e nobreza de
sentimentos.converse humanizando
ou elevando aquilo que se fala.
Não exija da vida aquilo que a vida ainda não
lhe deu, mas siga em frente no esforço de merecer
a realização dos seus ideais.
E, trabalhando e servindo sempre,
você obterá prodígios, no tempo,
com a benção de Deus.
_André Luiz_
Você pode

Carregando nos próprios ombros as aflições que fustigam a Terra, o Senhor acreditou nas promessas de fidelidade que você lhe fez, enviando-lhe ao caminho aqueles irmãos necessitados de mais amor.
Chegam eles de todas as procedências...
É a esposa fatigada esperando carinho; é o companheiro abatido implorando em silêncio, esperança e consolo.
De outras vezes, é o filho desorientado suplicando compreensão ou o parente na hora difícil,
aguardando braços fraternos.
Agora é o amigo transviado, esmolando compaixão e ternura, depois, talvez será o vizinho atormentado em problemas esfogueantes, pedindo bondade e cooperação.
Isso acontece, porquanto você pode compartilhar
com Ele a tarefa do auxílio.
Não desdenhe, deste modo, apoiar alguém.
Acendamos a luz, onde as trevas se adensem; articulemos tolerância, ao pé da agressividade; envolvamos as farpas da cólera em algodão de brandura; conduzamos a paz por fonte viva sobre a discórdia, toda vez que a discórdia se faça incêndio destruidor...
Deixe que Ele, o Mestre, se revele por sua palavra e por suas mãos. Não impeça a divina presença, através de
seu passo, no amparo às humanas dores.
E, nessa estrada bendita, depois da luta cotidiana, sentirá você no imo da própria alma, o sol da alegria perfeita repetindo, de coração erguido à
verdadeira felicidade:
- Obrigado Jesus, porque na força de Tua bênção, consegui esquecer-me, procurando servir.
_ André Luiz_

O VALOR DO TEMPO

 

 



Imagine que você tenha uma conta corrente e a cada manhã você acorde com um saldo de R$ 86.400,00.

Só que não é permitido transferir o saldo do dia para o dia seguinte.

Todas as noites o seu saldo é zerado, mesmo que você não tenha conseguido gastá-lo durante o dia. O que você faz?

Você irá gastar cada centavo, é claro!

Todos nós somos clientes deste banco que estou falando.

Esse banco se chama TEMPO.

Todas as manhãs, é creditado para cada um 86.400 segundos.

Todas as noites o saldo é debitado, como perda.

Não é permitido acumular este saldo para o dia seguinte.

Todas as manhãs a sua conta é reinicializada, e todas as noites as sobras do dia se evaporam.

Não há volta. Você precisa gastar vivendo no presente o seu depósito diário.

Invista, então, no que for melhor, na saúde, felicidade e sucesso!

O relógio está correndo.

Faça o melhor para o seu dia-dia.


Autor:Desconhecido

sexta-feira, 6 de maio de 2011


Mães Malvadas


 
Um dia, quando meus filhos forem crescidos o suficiente para entenderem a lógica que motiva os pais e mães, eu hei de lhes dizer:
Eu os amei o suficiente para ter perguntado aonde vão, com que vão, a que horas regressarão.
Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.
Eu os amei o suficiente para fazê-los pagar as balas que tiraram do supermercado ou revistas do jornaleiro e fazê-los dizer ao dono: “Nós pegamos isto ontem e queríamos pagar”.
Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé, junto de vocês, por duas horas, enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.
Eu os amei o suficiente para deixá-los ver, além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.
Eu os amei o suficiente para deixá-los assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.
Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes não, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso (e em momentos até odiaram).
Essas eram as mais difíceis batalhas de todas. Estou contente, venci... Porque, no final, vocês venceram também! E, em qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entenderem a lógica que motiva os pais e mães, quando eles perguntarem se sua mãe era má, meus filhos vão lhes dizer: “Sim, nossa mãe era má. Era a mãe mais malvada do mundo”.
As outras crianças comiam doces no café e nós tínhamos de comer cereais, ovos, torradas. As outras crianças bebiam refrigerantes e comiam batatas fritas e sorvete no almoço, e nós tínhamos de comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas. E ela nos obrigava a jantar à mesa, bem diferente das outras mães que deixavam seus filhos comerem vendo televisão.
Ela insistia em saber onde estávamos a toda hora (tocava nosso celular de madrugada e “fuçava” nos nossos e-mails). Era quase em prisão! Mamãe tinha que saber quem eram nossos amigos e o que nós fazíamos com eles. Insistia que lhe disséssemos com quem iríamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos.
Nós tínhamos vergonha de admitir, mas ela “violava as leis do trabalho infantil”. Nós tínhamos de tirar a louça da mesa, arrumar nossas bagunças, esvaziar o lixo e fazer todo esse tipo de trabalho que achávamos cruel. Eu acho que ela nem dormia à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer.
Ela insistia sempre conosco para que lhe disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade. E, quando éramos adolescentes, ela conseguia até ler nossos pensamentos. A nossa vida era mesmo chata!
Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos; tinham de subir, bater à porta, para ela os conhecer. Enquanto todos podiam voltar tarde da noite com 12 anos, tivemos de esperar pelos 16 para chegarmos um pouco mais tarde, e aquela chata lavantava-se para saber se a festa tinha sido boa (só para ver como estávamos ao voltar).
Por causa de nossa mãe, nós perdemos imensas experiências na adolecência:
Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime. FOI TUDO POR CAUSA DELA!
Agora, que já somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o nosso melhor para sermos “PAIS MAUS”, como minha mãe foi.
Eu acho que este é um dos males do mundo de hoje.

Não há suficientes mães “MALVADAS”!

Autor: Carlos Hecktheuer

♥ A mãe compreende até o que os filhos não dizem ♥

quinta-feira, 5 de maio de 2011

 

 Até Que

Até que...meus olhos se fechem,
hei de contemplar a beleza,
até mesmo aquela que se esconde,
na feiúra de traços rudes,
pois com toda a certeza,
no interior de quem se acha feio,
mora um mundo de ternura,
aguardando apenas que alguém
traga as chaves da porta do coração,
desvelando o espelho interior.

Até que...meus pés me levem,

a trilhar caminhos os mais diversos,
conhecendo gente que é gente,
lugares pitorescos e bucólicos,
tradições e costumes diferentes,
ora pisando na beira do mar,
ou nas pedras da encosta,
ou mesmo na barranca do rio,
até que o cansaço me vença
e descanse à sombra dos arvoredos.

Até que...meu corpo agüente o tempo,

e a mente se conserve lúcida,
hei de cultivar o amor maior,
encontrando a bondade das criaturas,
tentando semear alegria e entusiasmo.
Meu caminhar agora sereno e firme,
não mais teme os vendavais
e nem mesmo as tempestades,
pois sabe que o arco-íris desponta,
colorindo cada novo dia.

Até que...o coração palpite forte,

irei andarilhando pela vida afora.
Na mochila a colcha da esperança,
que irá me cobrir nas noites frias
e um cantil de água cristalina,
que me refresque nas tardes quentes.
E claro...não poderia esquecer
nesta jornada inquietante,
um livro de utópicos poemas,
em que a paz, a justiça e o amor concretizados,
materializam o grande sonho da humanidade.
Autor:Desconhecido

quarta-feira, 4 de maio de 2011

 

Quando se sentir só:

Peça ao céu um pouco de silêncio
e procure conversar com a noite.
Faça de cada ilusão uma saudade repita mais de
mil vezes que tudo passou e porque passou.

Lá fora o ar pode estar pesado, mas o desejo a seguir ,

é amar, é respeitar, liberte-se dos preconceitos e
saia por aí, vai passear, ironize essa amargura e
faça dela uma sombra fértil,
tanto que não vale a pena pensar.

Não sinta receio de nada;

A vida é assim, tudo acaba...

Mas existe um amanhã de saída ,

do meio e da chegada, é sempre um amanhã
para hoje que é feito de aventuras.

Olhe-se no espelho e gaste tudo de bom que

você tem pra dar, aquele que viu, ouviu, adorou,
e mesmo aquele que sofreu.

Afirme-se no desejo de quem

sempre encontrará outros desejos
mais fortes, tudo é natural,
tudo partiu de dentro de nós.
E um dia em algum lugar existiu durante 20 minutos
um alguém que comparou e fez de você algo melhor.
Vibre com a lua, mas contra a tempestade.
Fique feliz por ainda saber sorrir ...
Vá! Levante a cabeça,
imponha no rosto uma expressão feliz, tudo é fácil.
Notou?
Abra a janela e preste atenção nos pássaros brancos
que voam no céu...

Tudo é paz, naturalidade e franqueza .

Porque esta melancolia?
Lembre-se de um sonho, de
alguém que está sempre ao seu lado,
mesmo você não estando e
sinta como é fácil ser feliz.

Autor:Desconhecido