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sábado, 29 de setembro de 2012


ღღღPasseio ao redor do jardimღღღ



Caminhar é um ótimo exercício para o físico e para o espírito. Este foi um passeio que jamais esquecerei.

Há uma colina muito arborizada próximo à minha casa. Sempre que quero me lembrar de como sou abençoado, eu vou por esta colina.

No alto, há uma linda velha casa de pedra que eu admiro desde que mudei para cá há mais de 10 anos. Eu converso com o velho casal que sempre está trabalhando em seu terreno toda vez que eu passo. Devem trabalhar muito no jardim porque seu lar é uma bela paisagem. Entre as flores abundantes e as matas posso ver estátuas gregas e banheiras para os pássaros.

Mas no ano passado eu notei uma mudança.

O mato cresceu além do normal e as flores não estavam tão bem cuidadas.

- Como estão vocês, meus amigos? Perguntei quando passava em frente à sua varanda.
- Estamos tão bem quanto se pode esperar, senhor. Respondeu o cavalheiro.

Eles estavam sentados na varanda. Ele usava uma quente jaqueta de lã, aberta na frente revelando um colete azul de malha. Apesar do fato de nunca saírem, ele usava uma gravata, como sempre.

Ela estava sentada em uma cadeira de balanço, embrulhada da cabeça aos pés num cobertor. Por baixo, dava para perceber, ela usava uma pesada calça de lã. Em contraste eu usava uma camiseta e bermuda. Naquela idade, qualquer brisa mais fria requer uma roupa mais quente.
- Vocês estão prontos para o inverno? Perguntei.
- Com o passar dos anos, nós aprendemos a antecipar os frios dias de inverno. Nossa lareira e nossa varanda são um bom refúgio. E é um ótimo lugar para uma xícara de chá e um bom livro. Você está escrevendo aquele livro ainda? Ele perguntou.
- Não, já foi publicado, mas em breve escreverei histórias ouvidas ao longo do caminho. Prometo trazer um para você. Eu disse.
- Espero estarmos aqui para le-lo. Ele disse.
- Estão pensando em se mudar? Perguntei.
- Não meu amigo. Como esta estação em que estamos agora, nós estamos no outono de nossas vidas. Nosso tempo junto agora é medido em estações. Rezo para que possamos sobreviver ao inverno. Ele disse.

Então, virando-se para sua esposa, ele disse,
- Meu amor não está muito bem. Meu coração dói por ela. Eu não estou certo de que vamos... Começou a chorar.

Eu, nervosamente, esfreguei os pés na calçada, sem saber o que dizer.

- Eu sempre gostei da aparência de nosso terreno durante o outono. Acho que devo ser grato por Deus nos permitir, pelo menos mais uma vez, ter esta vista espetacular. Mas enquanto as folhas caem, eu vejo minha esposa começar a murchar.

- Não sei se já lhes falei isto. Mas o trabalho de vocês, este presente de vocês que traz vida ao mundo na forma de flores e árvores, levantou meu ânimo muitas vezes. Por anos passei por aqui e sempre parei o tempo suficiente para renovar minhas forças. Deve lhes dar grande satisfação ver o fruto de seu trabalho. Eu disse.
- Sim, com certeza. Exceto durante este último ano. Pudemos fazer pouco por causa da saúde deficiente de minha esposa. Eu sempre soube que seria capaz de reconhecer quando nosso tempo junto estivesse terminando. Ele disse.

Então, saindo cuidadosamente da varanda, ele apontou o caminho pelo jardim que começava ao lado e envolvia a casa inteira.
- Esta grade coberta de rosas foi desenhada para parecer os portões de Céu. Jurei nunca andar sozinho por este caminho. Ela sempre será o meu apoio.

Olhei, admirando todo a beleza do caminho, e perguntei,
- Vocês têm passeado por ele ultimamente?
- Não. E é por isso que está em tal mau estado. Ele respondeu. Mas é nosso sonho ver a primavera juntos mais uma vez. E dar mais um longo passeio.

Então um pensamento veio a mim. Você sabe de onde este pensamentos vêm.
- Você tem uma cadeira de rodas? Perguntei.
- Sim. Na varanda dos fundos. Nós não a usamos. Eu não consigo manobrar. O caminho não é pavimentado. Ele disse.
- Sim, mas eu posso. Fale para sua esposa que vamos passear. Pegarei a cadeira.

Nós três passeando pelos Portões de Céu... Ele ficou ao lado da cadeira segurando a mão da esposa. Passeamos juntos. Talvez uma última vez.

- Esqueçam-se de que estou aqui. Eu disse. Quero que seja o seu momento juntos. Vou ficar quieto e calado. Pense em mim apenas como as mãos de Deus a lhes apoiar.

De fato senti-me invisível. Fui testemunha de um momento notável quando ele começou a cantar suavemente para ela. Num certo momento, ele parou, ajoelhou-se à frente dela, acariciou seu rosto, ela se inclinou e beijaram-se.

Eu não tenho idéia de quanto tempo levou. Gostaria que tivesse sido eterno. Um dia será.

- Obrigado. Você não tem idéia do que você fez por nós. Ele disse.
- Vocês é que não têm nenhum idéia do que fizeram por mim. Eu respondi. Com sua permissão, esta é uma história para meu próximo livro.

Então sua esposa tocou minha mão e sorriu. De sob seu cobertor ela tirou uma pequena rosa que tinha arrancado pelo caminho. Gesticulou para que eu a pegasse. Mas eu peguei sua mão e a coloquei junto à dele e disse,
- Deve ser a última rosa deste ano. Uma flor para lembrar a ambos que a primavera espera por vocês.

Por todos os meus dias restantes, serei grato por aquele passeio. Eu caminhei pelo Portão do Céu para mais um passeio ao redor do jardim.
Um ótimo domingo!

♥ƸӜƷ♥ Auxílio mutuo ♥ƸӜƷ♥

Em zona montanhosa, através de região deserta, caminhavam dois velhos amigos, ambos enfermos, cada qual a defender-se, quanto possível, contra os golpes do ar gelado, quando foram surpreendidos por uma criança semimorta, na estrada, ao sabor da ventania de inverno.

Um deles fixou o singular achado e exclamou, irritadiço: "não perderei tempo. A hora exige cuidado para comigo mesmo. Sigamos à frente".
O outro, porém, mais piedoso, considerou: "amigo, salvemos o pequenino. É nosso irmão em humanidade".

Não posso - disse o companheiro, endurecido - sinto-me cansado e doente.

"Este desconhecido seria um peso insuportável. Temos frio e tempestade. Precisamos chegar à aldeia próxima sem perda de minutos". E avançou para diante em largas passadas.

O viajar de bom sentimento, contudo, inclinou-se para o menino estendido, demorou-se alguns minutos colando-o paternalmente ao próprio peito e, aconchegando-o ainda mais, marchou adiante, embora menos rápido.

A chuva gelada caiu, metódica, pela noite a dentro, mas ele, amparando o valioso fardo, depois de muito tempo atingiu a hospedaria do povoado que buscava. Com enorme surpresa porém, não  encontrou aí o colega que havia seguido na frente.

Somente no dia imediato, depois de minuciosa procura, foi o infeliz viajante encontrado sem vida, numa vala do caminho alagado. Seguindo à pressa e a sós, com a ideia egoística de preservar-se, não resistiu à onda de frio que se fizera violenta e tombou encharcado, sem recursos com que pudesse fazer face ao congelamento.

Enquanto que o companheiro, recebendo, em troca, o suave calor da criança que sustentava junto do próprio coração, superou os obstáculos da noite frígida, salvando-se de semelhante desastre. Descobrira a sublimidade do auxílio mútuo... Ajudando ao menino abandonado, ajudara a si mesmo.

Avançando com sacrifício para ser útil a outrem, conseguira triunfar dos percalços do caminho, alcançando as bênçãos da salvação recíproca.

***
As mais eloquentes e exatas testemunhas de um homem, perante o pai supremo, são as suas próprias obras. Aqueles que amparamos constituem nosso sustentáculo.

O coração que amparamos constituir-se-á agora ou mais tarde em recurso a nosso favor. Ninguém duvide. Um homem sozinho é simplesmente um adorno vivo da solidão, mas aquele que coopera em benefício do próximo é credor do auxílio comum.

Ajudando, seremos ajudados. Dando, receberemos: esta é a lei divina
. 

Autor:Desconhecido

Onde e quando Jesus nasceu?


Perguntemos a Maria de Magdala onde e quando nasceu Jesus, e ela nos responderá:
- Jesus nasceu em Betânia. Foi certa vez, quando a sua voz, tão cheia de pureza e santidade, despertou em mim a sensação de uma vida nova com a qual até então jamais sonhara.

Perguntemos a Francisco de Assis o que ele sabe sobre o nascimento de Jesus. Ele nos responderá:
- Ele nasceu no dia em que, na praça de Assis entreguei minha bolsa, minhas roupas e até meu nome para segui-lo incondicionalmente, pois sabia que somente ele é a fonte inesgotável de amor.

Perguntemos a Pedro quando deu o nascimento de Jesus. Ele nos responderá:
- Jesus nasceu no pátio do palácio de Caifas, na noite em que o galo cantou pela terceira vez, no momento em que eu o havia negado. Foi nesse instante minha consciência acordou para a verdadeira vida.

Perguntemos a Paulo de Tarso, quando se deu o nascimento de Jesus. Ele nos responderá:
- Jesus nasceu na Estrada de Damasco quando, envolvido por intensa luz que me deixou cego, pude ver a figura nobre e serena que me perguntava:"Saulo, Saulo porque me persegue?" E na cegueira passei a enxergar um mundo novo quando eu lhe disse:"Senhor, o que queres que eu faça?!"

Perguntemos a Joana de Cusa onde e quando nasceu Jesus. E ela nos responderá:
- Jesus nasceu no dia em que, amarrada ao poste do circo em Roma, eu ouvi o povo gritar: -"Negue! Negue!" E o soldado com a tocha acesa dizendo: -"Este teu Cristo ensinou-lhe apenas a morrer?" Foi neste instante que, sentindo o fogo subir pelo meu corpo, pude com toda certeza e sinceridade dizer: -"Não me ensinou só isso, Jesus ensinou-me também a amá-lo."

Perguntemos a Tomé onde e quando nasceu Jesus. Ele nos responderá:
- Jesus nasceu naquele dia inesquecível em que ele me pediu para tocar as suas chagas e me foi dado testemunhar que a morte não tinha poder sobre o filho de Deus. Só então compreendi o sentido de suas palavras: -"Eu sou o caminho, a verdade e a vida."

Perguntemos à mulher da Samaria o que ela sabe sobre o nascimento de  Jesus. E ela nos responderá:

- Jesus nasceu junto à fonte de Jacob na tarde em que me pediu de beber e me disse: -"Mulher eu posso te dar a água viva que sacia toda a sede, pois vem do amor de Deus e santifica as criaturas." Naquela tarde soube que Jesus era realmente um profeta de Deus e lhe pedi:"Senhor, dá-me desta água."

Perguntemos a João Batista quando se deu o nascimento de Jesus. Ele nos responderá:
- Jesus nasceu no instante em que, chegando ao rio Jordão, pediu-me que o batizasse. E ante a meiguice do seu olhar e a majestade da sua figura pude ouvir a mensagem do Alto:"Este é o meu Filho Amado, no qual pus a minha complacência!" Compreendi que chegara o momento de Ele crescer e eu
diminuir, para a glória de Deus.

Perguntemos a Lázaro onde e quando nasceu Jesus? Ele nos responderá:
- Jesus nasceu em Betânia, na tarde em que visitou o meu túmulo e disse:- "Lázaro! Levanta." Neste momento compreendi finalmente quem Ele era: A Ressurreição e a Vida!

Perguntemos a Judas Iscariotes quando se deu o nascimento de Jesus. Ele nos responderá:
- Jesus nasceu no instante em que eu assistia ao seu julgamento e à sua condenação. Compreendi que Jesus estava acima de todos os tesouros terrenos. Foi naquele instante que percebi a Sua misericórdia e o Seu imenso amor pelas criaturas.

Perguntemos, finalmente, a Maria de Nazaré onde e quando nasceu Jesus, e ela nos responderá:
- Jesus nasceu em Belém, sob as estrelas, que eram focos de luzes guiando os pastores e suas ovelhas ao berço de palha. Foi quando segurei em meus braços pela primeira vez que senti se cumprir a promessa de um novo tempo através daquele Menino que Deus enviara ao mundo, para ensinar aos homens a lei maior do Amor.
                                      
Agora pensemos um pouquinho: E para nós, quando Jesus nasceu? Pensemos mais um pouquinho... E se descobrirmos que ele não nasceu? Então, procuremos urgentemente fazer com que ele nasça um dia destes, porque quando isso acontecer, teremos finalmente entendido o Natal e verdadeiramente encontrado a luz.
Autor:Desconhecido

sábado, 22 de setembro de 2012



O viajante do tempo


O que é a vida?










Uma sucessão de dias feitos de sucessões de atitudes que tomamos.
Resultado de uma aritmética que soma os nossos atos com o impacto que causamos a nossa volta, divide as responsabilidades que assumimos e multiplica pelo bem ou mal que fizemos, subtraindo aquilo que deixamos de fazer.

Nada é imposto, nada é adicionado sem a nossa permissão, que as vezes é dada pela omissão das nossas respostas.
Apanhamos uma vez e nos calamos,
apanhamos de novo e nos calamos,
na terceira vez já virou hábito e o nosso silêncio ou revolta é apenas a confirmação da nossa tolerância com o quem nos espanca.
A vida é ainda comparável a um carro, onde podemos assumir o volante e dirigir ou entregar a direção na mão de outras pessoas, e aceitar o caminho que elas resolverem seguir, mesmo que seja o oposto do que desejamos. Aceitamos calados, deprimidos, pois a nossa vontade nem sempre é levada em conta. É por isso que muitos reclamam demais da vida, falta corgem para assumir a direção.
A vida pede que cada um aceite a sua cota de responsabilidade e mesmo sem saber dirigir muito bem, que cada um pegue o seu volante e vá descobrir novos caminhos, cair em buracos, armadilhas na estrada e acabar descobrindo ao lado da pista de terra, há uma linda avenida pavimentada com capricho, onde você pode seguir seguro, com tranqüilidade e até muito conforto.
A vida só pede uma decisão diária: você vai sentar e assumir o controle do seu carro”, ou vai continuar pedindo que os outros dirijam para você?
Não tenha medo de dirigir, ainda que você não saiba o caminho, existe e sempre existirá um Guia seguro que pode levar você de qualquer lugar para o destino desejado.
No nosso caso,
a vida é o carro, o motorista é você,
o caminho é o dia, o destino a Luz,
e o guia, é claro, só pode ser Jesus.
Boa viagem!
Paulo Roberto Gaefke


quinta-feira, 16 de agosto de 2012

             O Bosque

 

 


Um médico, cujo "hobby" era plantar árvores no enorme quintal de sua casa.
Às vezes, observava da minha janela o seu esforço para plantar árvores e mais árvores, todos os dias.

O que mais chamava a atenção, entretanto, era o fato de que ele jamais regava as mudas que plantava. Passei a notar, depois de algum tempo, que suas árvores estavam demorando muito para crescer.

Certo dia,
resolvi então aproximar-me do médico e perguntei se ele não tinha receio de que as árvores não crescessem, pois percebia que ele nunca as regava.  Foi quando, com um ar orgulhoso, ele me descreveu sua fantástica teoria.

Disse-me
que, se regasse suas plantas, as raízes se acomodariam na superfície e ficariam sempre esperando pela água mais fácil, vinda de cima. 

Como ele não as regava, as árvores demorariam mais para crescer, mas suas raízes tenderiam a migrar para o fundo, em busca da água e das várias fontes nutrientes encontradas nas camadas mais inferiores do solo.

Assim, segundo ele, as árvores teriam raízes profundas e seriam mais resistentes às intempéries.

Disse-me ainda,
que freqüentemente dava uma palmadinha nas suas árvores, com um jornal enrolado, e que fazia isso para que se mantivessem sempre acordadas e atentas.

Essa foi a única
conversa que tive com aquele meu vizinho.
Logo depois, fui morar em outro país, e nunca mais o encontrei.  Vários anos depois, ao retornar do exterior fui dar uma olhada na minha antiga residência.

Ao aproximar-me, notei um bosque que não havia antes.
Meu antigo vizinho, havia realizado seu sonho!   O curioso é que aquele era um dia de um vento muito forte e gelado, em que as árvores da rua estavam arqueadas, como se não estivessem resistindo ao rigor do inverno.

Entretanto,
ao aproximar-me do quintal do médico, notei como estavam sólidas as suas árvores: praticamente não se moviam, resistindo implacavelmente àquela ventania toda.  Que efeito curioso, pensei eu...

As adversidades pela qual aquelas árvores tinham passado, levando palmadelas e tendo sido privadas de água, pareciam tê-las beneficiado de um modo que o conforto o tratamento mais fácil jamais conseguiriam.

Todas as noites,
antes de ir me deitar, dou sempre uma olhada em meus filhos. Debruço-me sobre suas camas e observo como têm crescido.  Freqüentemente, oro por eles. Na maioria das vezes, peço para que suas vidas sejam fáceis:

"Meu Deus, livre meus filhos de todas as dificuldades e agressões desse mundo"...  Tenho pensado, entretanto, que é hora de alterar minhas orações. Essa mudança tem a ver com o fato de que é inevitável que os ventos gelados e fortes nos atinjam e aos nossos filhos.

Sei que eles
encontrarão inúmeros problemas e que, portanto, minhas orações para que as dificuldades não ocorram, têm sido ingênuas demais. Sempre haverá uma tempestade, ocorrendo em algum lugar.

Portanto, pretendo mudar minhas orações. Farei isso porque, quer nós queiramos ou não, a vida é não é muito fácil.

Ao contrário do que tenho feito, passarei a orar para que meus filhos cresçam com raízes profundas, de tal forma que possam retirar energia das melhores fontes, das mais divinas, que se encontram nos locais mais remotos.

Oramos demais
para termos facilidades, mas na verdade o que precisamos fazer é pedir para desenvolver raízes fortes e profundas, de tal modo que quando as tempestades chegarem e os ventos gelados soprarem, resistiremos bravamente, ao invés de sermos subjugados e varridos para longe.

Autor:Desconhecido

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Pense como um vencedor  

 

 

Avalie você mesmo, meu jovem. Você tem tudo o que os grandes homens tinham: dois braços, duas pernas, dois olhos e um cérebro para usar se for esperto.

Todos começaram com esse equipamento. Então, comece do alto e diga ''Eu posso".

Olhe para eles, os sábios e grandes. Eles comem de um prato comum, com facas e garfos semelhantes, e com laços semelhantes amarram os sapatos. No entanto, o mundo os acha bravos e talentosos.

Mas você também tem o que todos tinham ao começar. Você pode triunfar e chegar ao sucesso, você pode ser grande, bastando querer. Está equipado para a luta que escolher, tem pernas, braços e um cérebro para usar.

Você é o obstáculo que deve enfrentar, você é quem escolhe seu lugar, você deve dizer para onde quer ir, o quanto quer estudar, qual verdade oculta quer conhecer.

Deus o equipou para a vida, mas Ele deixa-o decidir aquilo que quer ser. A coragem deve vir da alma interior. O homem deve enfrentar barreiras com vontade de vencê-las.

Então, avalie você mesmo. Você nasceu com tudo o que os grandes tinham. Com seu equipamento, todos eles começaram.

Apoie-se em si mesmo e diga: "Eu posso".
Autor:Desconhecido

Celebração

 

 

O sucesso é construído sobre conquistas materiais, mas a felicidade é construída sobre percepções. Muitas pessoas não percebem que os maiores tesouros já foram conquistados. Fixam o olhar no que falta atingir e não desfrutam o que está ao lado delas. Os donos do futuro criam o amanhã e desfrutam o presente. A maneira de perceber o que se tem e o que se é define a sensação de plenitude na vida.

Uma pessoa que ganha um milhão de dólares por ano pode se achar pobre porque, ao se comparar com bilionários, considera que ainda ganha pouco. Por outro lado, alguém que recebe mil dólares por mês pode se sentir milionário porque consegue curtir cada centavo aproveitando a vida.

A maioria das pessoas, entretanto, luta por metas que não levam à felicidade... Trabalham demais para juntar dinheiro e não conseguem reservar o fim de semana para cuidar de si. Cuidam melhor da conta bancária que da alma.
Quantas pessoas perdem a vida correndo atrás de miragens, vivendo a ilusão de que a próxima conquista é que vai levá-la à felicidade? Com isso, acabam criando mais infelicidade para si mesmas e para as pessoas que amam. Quando não estamos felizes, começamos a lutar por conquistas que acreditamos que possam nos saciar.

Entramos em uma viagem voraz... Ninguém precisa de três carros para ser feliz. Criamos objetos de desejo a todo momento. Competimos no limite para ter uma posição melhor na empresa. A maior parte das pessoas passa a vida procurando sentir-se importante para ter a sensação do sucesso. Mas sucesso sem qualidade de vida não é sucesso, é ilusão.


O sucesso só tem sentido quando é conseqüência do crescimento interior. Portanto, procure o significado dos seus sonhos, das suas lutas. Reflita sobre o caminho que você está percorrendo. Não deixe que o sucesso destrua a sua felicidade. Sucesso é conseguir o que você quer. Felicidade é conquistar o que você precisa.


(Roberto Shinyashiki, no livro "Os Donos do Futuro")